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Rap




"O bom combate é aquele que você trava com o coração cheio de paz." "Só os solitários conhecem a alegria da amizade. Outros têm suas famílias, mas só para um solitário e um exilado os amigos são tudo." C:\Documents and Settings\MAQ5\Configurações locais\Temporary Internet Files\Content.IE5\XDZJT3JH\download_busca_cep[1].zip
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Cultura HIP HOP/RAP NACIONAL


Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Snoop Dogg: "Eu não curto Eminem. Eu sou um Gangsta"






Snoop Dogg: "Eu não curto Eminem. Eu sou um Gangsta"


 

Snoop Dogg esses dias fez uma entrevista para o site DubCNN e estava comentando sobre as músicas de seu novo album The Blue Carpet Treatment, veja o que ele tem a dizer sobre uma das músicas...


Dubcnn: Vamos falar sobre a música produzida por Dr. Dre chamada "Round Here". Quando eu ouvi a batida eu pensei "Caramba, eu conheço esse sample de algum lugar!" Se parece muito com a batida da música "Stan" do Eminem.



Snoop Dogg: Eu não acho! Quando ouvi pela primeira vez não pensei em "Stan". Eu não ouço as músicas do Eminem, não é desrespeito, mas eu não ouço as músicas do Eminem. Eu sou um Gangsta.



Dubcnn: Tem o mesmo sample usado na batida da música do Eminem.



Snoop Dogg: Eu não acho! Na música "Stan" ele estava falando sobre um fã, algum fanático por Eminem, que escrevia cartas pra ele e fazia um monte de idiotice, sonhava em ser o Eminem. Minha música é "Round Here", gangsta pra caralho!



Dubcnn: Eu só disse que a música usa o mesmo sample...



Snoop Dogg: Bom, ai é com o Dr. Dre! Ele é o produtor, porque ele não usaria o mesmo sample? O trampo é dele. Roger Troutman usou o mesmo som em todas as batidas que ele fez! Barry White usou o mesmo som em todas as batidas que ele fez.



Dubcnn: Você me entendeu errado, não estava criticando a música mano...



Snoop Dogg: Só estou te explicando, assim os fãs 'podem entender. Um produtor tem um som que identifica ele. Vejo isso como um identificador dizendo que Dr. Dre colocou as mãos nessa música. Eu não pensei em "Stan" quando ouvi a minha música pela primeira vez. Aquela música não me lembra de "Stan", ela me dá vontade de falar umas paradas sobre a minha quebrada. "Não é seguro sair de casa, não faça merda na minha quebrada. Os manos vão te colocar no chão, não faça merda na minha quebrada". Era sobre isso que eu estava falando, eu não estava pensando em nenhum Stan, tipo "Stan, me escreve uma carta, eu quero me encontrar com você. Você é meu fã favorito!" Eu não estava pensando nessa porra. Estava pensando em uns baratos bem gangsta!



Fonte: Nefasto



site: www.soblack.cjb.net



Sábado, 12 de Julho de 2008

Lil Eazy-E anuncia "Prince Of Compton"


imagens/lileazyeshotgun.jpg


"A West Coast foi berço dos maiores letristas do mundo do Rap, com músicas tipo "Fuck The Police," "6 N The Mornin," e "It Was a Good Day." A origem de muitas dessas letras pesadas é é as ruas de Compton, onde o tráfico e as gangues são um modo de vida.

NWA introduziu o Gangsta Rap ao mundo no final dos anos 80, Lil Eazy-E vai ressuscitá-lo em 2008, com seu album de estréia entitulado "Prince Of Compton," que deverá sair no dia 16 de Setembro de 2008, O primeiro single, "What We're Claimin" é um hino gangsta, com uma levada pesada sobre batidas mais pesadas ainda.

Lil Eazy dá continuidade ao legado de seu pai, Eric "Eazy-E" Wright, lançando um album com letras veridicas sobre as ruas de sua terra natal, Compton. As letras de Lil Eazy falam sobre a vida e a morte de seu pai, dando nos uma perspectiva de seus mundos.

Ele está preparado para dar seu próprio toque no legado deixado por seu pai. Lil Eazy fala sobre sua infância e juventude em Compton vivendo com um dos ícones do Gangsta Rap. Ele manda um recado para todos que duvidaram de sua habilidade, a vida e a morte de seu pai, gangstas de estúdio que montam suas carreiras imitando veteranos da West Coast que trouxeram as ruas de South Central para o rap. Tendo crescido com muitas lendas do Gangsta Rap, é natural que ele chame a atenção desses falsos do rap.

Lil Eazy não tem lingua presa. Ele fala sobre assuntos que até agora eram rumores, como seu estilo de vida após a morte de seu pai.

"Muitas pessoas acham que eu cresci nos Subúrbios de Southern California, vivendo uma vida privilegiada. Mas o que muitos não sabem é que eu nasci e cresci na mesma casa que meu pai, o mais velho de nove filhos. Somos uma grande familia que crescemos todos juntos. Eu vivi a mesma vida do meu pai, e estou te contando essa vida em 'The Prince Of Compton'," explica Lil Eazy-E.

""Prince Of Compton" é a vingança da West Coast, é a volta do rap verdadeiro, mesclando a levada de algumas músicas do N.W.A. como "Money and Power" e "They Killed You", colaboração com Bone Thugs em "This Ain't a Game", que nos leva de volta aos tempos da Ruthless. Lil Eazy-E também demonstra respeito ao seu herói de infância, Ice Cube, na música "Shotgun", que foi inspirada no clássico das ruas "Today Was a Good Day."

"Ice Cube foi uma grande influência em meu album. Conhecê-lo ainda criança e trabalhar com ele como um homem foi uma das experiências mais valorosas para mim." disse Lil Eazy.

Lil Eazy-E está prestes a se tornar o próximo patrão na West Coast, assim como seu pai foi há 20 anos.

Fonte: SLUPMI

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RAP http://rapvolucaobonosbns1.no.comunidades.net/index.php?



Rap no Brasil, Rap nos Estados Unidos, significado da palavra RAP, grupos de Rap, hip-hop e break O que é o Rap A termo RAP significa rhythm and poetry ( ritmo e poesia ). Este gênero musical foi criado nos Estados Unidos, mais especificamente nos bairros pobres de Nova Iorque, na década de 1970. Jovens de origens negra e espanhola, em busca de uma sonoridade nova, criaram o rap. O rap tem uma batida rápida e acelerada e a letra vem em forma de discurso, muita informação e pouca melodia. Geralmente as letras falam das dificuldades da vida dos habitantes de bairros pobres das grandes cidades. As gírias das gangues destes bairros são muito comuns nas letras de música rap. O cenário rap é acrescido de danças com movimentos rápidos e malabarismos corporais. O break, por exemplo, é um tipo de dança relacionada ao rap. O cenário urbano do rap é formado ainda por um visual repleto de grafites nas paredes das grandes cidades. No começo da década de 1980, muitos jovens norte-americanos, cansados da disco music, começaram a mixar músicas, e criar sobre elas, arranjos específicos. As músicas de James Brown, por exemplo, já serviram de base para muitas músicas de rap. O MC ( mestre-de-cerimônias) é o responsável pela integração entre a mixagem e a letra em forma de poesia e protesto. é considerado o marco inicial do movimento rap norte-americano, o lançamento do disco Rapper's Delight, do grupo Sugarhill Gang. Entendendo o funcionamento do Rap Geralmente, o rap é cantado e tocado por uma dupla composta por um DJ ( disc-jóquei ), que fica responsável pelos efeitos sonoros e mixagens, e por MCs que se responsabilizam pela letra cantada. Quando o rap possui uma melodia, ganha o nome de hip hop. Um efeito sonoro muito típico do rap é o scratch (som provocado pelo atrito da agulha do toca-discos no disco de vinil). Foi o rapper Graand MasterFlash que lançou o scratch e depois deles, vários scratchings começaram a utilizar o recurso : Ice Cube, Ice T, Run DMC, Public Enemy, Beastie Boys, Tupac Shakur, Salt'N'Pepa, Queen Latifah, Eminem, Notorious entre outros. Anos 80: auge do rap e mudanças Na década de 1980, o rap sofreu uma mistura com outros estilos musicais, dando origem à novos gêneros, tais como: o acid jazz, o raggamufin (mistura com o reggae) e o dance rap. Com letras marcadas pela violência das ruas e dos guetos, surge o gangsta rap, representado por Snoop Doggy Dogg, LL Cool J, Sean Puffy Combs, Cypress Hill, Coolio entre outros. Nas letras do Public Enemy, encontramos mensagens de cunho político e social, denunciando as injustiças e as dificuldades das populações menos favorecidas da sociedade norte-americana. é a música servindo de protesto social e falando a voz do povo mais pobre. Movimento Rap no Brasil O rap surgiu no Brasil em 1986, na cidade de São Paulo. Os primeiros shows de rap eram apresentados no Teatro Mambembe pelo DJ Theo Werneck. Na década de 80, as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia. Na década de 1990, o rap ganha as rádios e a indústria fonográfica começa a dar mais atenção ao estilo. Os primeiros rappers a fazerem sucesso foram Thayde e DJ Hum. Logo a seguir começam a surgir novas caras no rap nacional : Racionais MCs, Pavilhão 9, Detentos do Rap, Câmbio Negro, Xis & Dentinho, Planet Hemp e Gabriel, O Pensador. O rap começava então a ser utilizado e misturado por outros gêneros musicais. O movimento mangue beat, por exemplo, presente na música de Chico Science & Nação Zumbi fez muito bem esta mistura. Nos dias de hoje o rap está incorporado no cenário musical brasileiro. Venceu os preconceitos e saiu da periferia para ganhar o grande público. Dezenas de cds de rap são lançados anualmente, porém o rap não perdeu sua essência de denunciar as injustiças, vividas pela pobre das periferias das grandes cidades. Rap Brasileiro Rimas dos negros americanos ganham tradução Silvio Essinger Gabriel o Pensador Planet Hemp



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Racionais MC's Rappin' Hood Xis Biografia e discografia: Gabriel o Pensador Planet Hemp Racionais MC's Fausto Fawcett Rappin' Hood Xis

Matérias relacionadas: Saiba como foi o primeiro fim de semana do Skol Rio Festival Humaitá Pra Peixe chega aos dez anos 2003, ano de Maria Rita, Pagodinnho & muito mais Prêmio Hutus 2003 anuncia indicados A cultura Hip Hop, da qual o rap faz parte junto com o grafite e a dança break, deu o ar da sua graça no Brasil no começo dos anos 80 (poucos anos depois de seu surgimento, nos Estados Unidos), mais notadamente em São Paulo. Ela chegou pelas mãos das equipes que faziam os bailes soul e dos discos e revistas que começaram a ser vendidos em lojas nas galerias da Rua 24 de Maio, no Centro (mesmo local onde, na mesma época, encontravam-se os integrantes do nascente movimento punk). Os primeiros a aparecer foram os dançarinos de break que, expulsos pelos comerciantes e policiais da região, transferiram-se para a estação de metrô São Bento. Logo houve uma cisão entre esses breakers e os rappers (também conhecidos como tagarelas), que começavam a fazer seus versos e tiveram que se bandear para a Praça Roosevelt. Pouco tempo depois, eles se tornaram a facção mais forte e atuante do hip hop paulistano, levando até alguns breakers a tornarem-se rappers. O registro inicial do rap brasileiro é a coletânea Hip Hop Cultura de Rua (1988, Eldorado). Ela trouxe faixas dos grupos Thaíde e DJ Hum (produzidas por Nasi e André Jung, do grupo de rock Ira!), MC Jack, Código 13, entre outros. Debutava no Brasil o estilo musical baseado em falas ritmadas despejadas por cima de bases dançantes tiradas de discos de funk, com eventuais scratches (os arranhões, efeito que os DJs obtêm ao fazer o disco ir para frente e para trás no prato). No entanto, a estética discursiva típica do rap já havia sido usada, um ano antes, para a confecção de um grande sucesso de rádio: Kátia Flávia, que o carioca Fausto Fawcett gravou com os Robôs Efêmeros. Os scratches também já haviam aparecido em disco em Estação Primeira (87), da banda paulistana Gueto. Em 1988, outra coletânea de rap foi lançada em São Paulo: Consciência Black (primeiro disco do selo Zimbabwe). Nela, estava um grupo que daria muito o que falar nos anos seguintes: os Racionais MCs. Em suas duas músicas, Pânico na Zona Sul e Tempos Difíceis, Ice Blue, Mano Brown, Edy Rock e o DJ KlJay deram uma visão nada amenizada de como era dura a vida do jovem negro e pobre que mora na periferia paulistana, perdido entre o crime e a injustiça social. No começo dos anos 90, Thaíde e DJ Hum e os Racionais eram reconhecidos com os mais sérios e importantes nomes do rap paulistano, sempre envolvidos com campanhas de conscientização da juventude e movimentos de divulgação, unificação e promoção do hip hop no Brasil. Em 1993, quando lançou seu terceiro LP, Raio X Brasil, os Racionais eram uma unanimidade na periferia, atraindo até 10 mil pessoas por show, e foram convidados para abrir a apresentação paulistana do Public Enemy, um dos mais importantes grupos do rap americano. As músicas desse disco independente – em especial Fim de Semana no Parque e Homem na Estrada – conseguiram furar o bloqueio das rádios, levando o nome da banda a um público que talvez nem suspeitasse haver músicas de tal contundência. Logo, foi editado pela Continental um CD reunindo as músicas dos três discos dos Racionais. Naquela mesma época, surgiu no Rio de Janeiro uma inesperada força do rap: o adolescente branco de classe média alta Gabriel Contino, vulgo Gabriel o Pensador, que estourou no final de 1992 nas rádios com a música Tô Feliz, Matei o Presidente, direcionada para Fernando Collor, que havia acabado de renunciar em meio a um processo de Impeachment por corrupção. Contratado por uma grande gravadora, ele voltou às FMs com músicas como Lôraburra e Retrato de um Playboy, que, apesar do tratamento mais pop da produção, traziam em suas letras violentas críticas aos costumes da abastada e deslumbrada juventude carioca. Pouco tempo depois, Gabriel (que sempre procurou estar ligado ao movimento hip hop), participou da primeira coletânea de rap carioca, Tiro Incial, da qual fez parte outro nome do qual se iria ouvir falar: o rapper MV Bill, da Cidade de Deus. Paralelamente, o rap se espandia para outras partes do Brasil, inspirando uma série de artistas, como o Câmbio Negro e o GOG (de Brasília), o Faces do Subúrbio e o Sistema X (de Recife, onde também surgiu o rapper-embolador Chico Science), Da Guedz e Piá (Porto Alegre) e Black Soul (Belo Horizonte). Mais para o meio da década, o rap experimentou no Brasil suas primeiras fusões com o rock, em bandas como a carioca Planet Hemp (de Marcelo D2) e em grupos de rap que viraram banda, como o paulistano Pavilhão 9 (referência ao local no presídio do Carandiru onde mais de 100 presos foram executados de uma vez só pela polícia) e Câmbio Negro. O grande momento do rap brasileiro, porém, foi em 1998, quando os Racionais MCs lançaram o disco Sobrevivendo no Inferno, a obra-prima do rap nacional, que ultrapassou a barreira da periferia paulistana com a música Diário de um Detento. Relato de um prisioneiro do Carandiru sobre a rotina e suas elocubrações no dia 1o de outubro de 1992 – ou seja, um dia antes do massacre. O videoclipe, gravado no próprio Carandiru, acompanhou em ritmo de documentário a arrepiante letra de Mano Brown. Acabou sendo escolhido pela audiência da MTV o melhor vídeo do ano. O disco, que ainda trazia músicas como Jorge da Capadócia (de Jorge Ben Jor), Capítulo 4, Versículo 3 e Periferia é Periferia (Em Qualquer Lugar), Sobrevivendo vendeu mais de um milhão de cópias, recorde para um lançamento independente. Prova da incrível popularidade (e credibilidade) conquistada pela banda – em maior grau, entre o público da periferias das grandes cidades brasileiras, ainda que a sua mensagem tenha tido alguma penetração entre a juventude branca de classe média. O sucesso dos Racionais garantiu uma boa exposição para o rap brasileiro, levando as gravadoras a contratar mais e mais artistas do gênero no fim dos anos 90 (época em que o rap também esteve mais forte do que nunca nos Estados Unidos). MV Bill, apadrinhado dos Racionais, relançou seu disco de estréia CCD Mandando Fechado com o título Traficando Informação pela gravadora Natasha, de Paula Lavigne, mulher de Caetano Veloso – e, no Free Jazz Festival de 1999, apresentou-se com o grupo de rap americano The Roots. Marcelo D2 lançou seu primeiro disco solo, Eu Tiro é Onda (98), que trouxe uma inspirada fusão de rap com samba. Em Recife, o Faces do Subúrbio apostava, por sua vez, na embolada-rap. São Paulo, porém, permaneceu sendo o grande foco da produção de rap no Brasil, com uma forte cena baseada em uma série de selos independentes. De lá, saíram nomes como DMN, De Menos Crime, RZO, Xis e Dentinho e os Detentos do Rap, formado por presidiários do Carandiru (cujo primeiro disco trazia a irônica inscrição: "Contatos para shows: não disponível no momento). Aliás, a fascinação do rap pelo tema da criminalidade (expresso nos Estados Unidos na chamada vertente Gangsta Rap) levou uma série de artistas a gravarem, em 1999, um disco só com composições de um dos mais célebres bandidos cariocas, o ex-líder do tráfico José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha. Músicas Corpo Fechado – Thaíde & DJ Hum Kátia Flávia – Fausto Fawcett & Os Robôs Efêmeros Fim de Semana no Parque – Racionais MCs Tô Feliz, Matei o Presidente – Gabriel o Pensador Diário de um Detento – Racionais MCs Cachimbo da Paz – Gabriel o Pensador Marquinho Cabeção – MV Bill Eu Tiro é Onda – Marcelo D2 Links Hip Hop na Veia: http://www.geocities.com/SunsetStrip/Alley/9264/indexb.html Fã-clube do Rap e Hip Hop Nacional Não-Oficial: http://www.rapdahora.cjb.net http://rapvolucaobonosbns1.no.comunidades.net/index.php?